domingo, 22 de novembro de 2009

'Brigas entre pais e filhos adolecentes'

Os adolescentes trazem em seus relatos muito sofrimento diante das freqüentes discussões que estabelecem com seus pais neste período de vida. Eles se queixam da invasão de privacidade, da autoridade, do excesso de preocupação com as drogas, sexualidade e liberdade, outros reclamam da omissão de seus pais que parecem ser permissivos, não se importando com eles.

Comentam sobre as mudanças na qualidade da relação que antes havia quando eram crianças, remetem-se ao sentimento de perda e a certo afastamento, seja afetivo ou físico.

Os pais, antes idealizados, passam a ser, aparentemente, figuras odiadas, desvalorizadas, com quem estabelecem os mais intensos confrontos. No entanto, estes sentimentos de raiva e ódio revelam a curiosa faceta da necessidade do adolescente de se diferenciar para adquirir sua própria identidade.

Esse movimento, proporcionado pelas brigas, tem como fundo, o grande mal-entendido proposto pela tarefa da educação, que visa o respeito às regras sociais e a aquisição de autonomia. Para tanto, são necessários a separação e um posicionamento e até mesmo uma contraposição perante os referenciais parentais para que ocupe um lugar.

A adolescência é uma criação da cultura, diz de um período de vida em que o sujeito refaz e reedita suas crenças, seus valores e seus modelos. Para que isso aconteça, o adolescente busca novos paradigmas em outros grupos, que não o familiar.

Os modelos lhe servirão para “testar” novas formas de existência. Assim, o jovem ingressa em grupos com crenças e códigos próprios, como os emos, os nerds, os góticos, os populares, os rebeldes, etc. Em alguns casos, esta situação pode parecer caricata e exagerada, tamanha a necessidade de diferenciação de alguns. Porém, esses grupos são funcionais, permitem a identificação com outros ideais e valores e proporcionam o sentimento de pertencimento no mundo afora.

Aos pais é importante saber que é um momento bastante delicado, mas extremamente necessário, para que o filho se torne um adulto com opiniões e pensamentos que lhe sejam próprios.

Para muitos pais é um período de intensa angústia, pois o adolescente pode ser bastante ativo no seu desejo de adquirir autonomia. Os questionamentos são freqüentes, há um conflito dos pais que querem que o filho cresça, ao mesmo tempo, em que temem as conseqüências da autonomia. Muitos pais se sentem atacados e de fato desvalorizados e sofrem pelo sentimento de que não são mais os “heróis” e “heroínas” de sua prole.

É imprescindível saber dosar e escutar o que esta fase representa, tanto para o adolescente como para os pais. A turbulência pode cegar e ensurdecer aqueles que não estão atentos, assim toda a roupagem vestida pelo adolescente pode desviar a atenção dos pais para a verdadeira razão da existência dela, que é de possibilitar um grande crescimento diante do questionamento daquilo que foi transmitindo. Há o confronto com os referenciais, pois estes existem. Questionar não significa que não tenham valor, mesmo que o adolescente diga isso.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Amizades Verdadeiras ♥




as amizades verdadeiras são feitas de, confiança, amor respeito, muitaa zoona *-*
euu queriia falar, quee te amo mtu preta da minha vida, sempre cmg.. sempre msm..
pode conta cmg sempre. *-*
Nossa amizade pode um dia acabar, mais se isso acontecer pode ter certeza que todas lembranças momentos bons.. TUDO isso vai fika p. eternidade minhaa negáh ♥
Obrigado por Tudoo msm.. Te amoooooooooo !!
di mais baby, bjs bjs :*

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Robert Pattison

Pattinson começou sua carreira de modelo quando ele tinha doze anos, mas deixou quatro anos depois. Ele culpou a falta de trabalho como modelo masculino. Pattinson explicou em dezembro de 2008, "Quando eu comecei eu era bem alto e parecia uma menina, então eu tinha muito trabalho, pois foi durante esse período em que o visual andrógino era legal. Então, eu acho, fui me tornando um rapaz, desde isso nunca mais tive qualquer emprego. Minha carreira de modelo foi um fracasso".

Pattinson teve papéis coadjuvantes em filmes feitos para televisão como na qual interpretou Rawdy Crawley no filme Vanity Fair, estrelado por Reese Witherspoon, mas sua participação foi cortada da edição final do filme; ele não foi creditado. Seu primeiro papel creditado em um filme foi no mesmo ano, como Giselher, em Ring of the Nibelungs. Em maio de 2005, ele foi programado para aparecer na premiere do Reino Unido do filme The Woman Before , no Royal Court Theatre, mas foi demitido pouco antes da noite de abertura e foi substituído por Tom Riley. Mais tarde, naquele ano ele fez o papel de Cedrico Diggory no filme Harry Potter e o Cálice de Fogo. Conseqüentemente, ele foi nomeado naquele mesmo ano como British Star of Tomorrow pelo Times. Ele também foi mais de uma vez chamado de o próximo Jude Law.

Pattinson desempenhou Edward Cullen no filme Crepúsculo, baseado no romance best-seller de Stephenie Meyer com o mesmo nome, que foi lançado em 21 de novembro de 2008 na América do Norte. Segundo o TV Guide, Pattinson estava inicialmente apreensivo com relação audições para o papel de Edward Cullen, temeroso de que não seria capaz de viver a "perfeição" esperada do personagem. Ele vai reprisar seu papel como Edward Cullen nas sequências de Crepúsculo, Lua Nova e Eclipse.

Pattinson também teve papéis principais em filmes de longa metragem Little Ashes (como Salvador Dalí), How to Be (uma comédia britânica) e no curta-metragem The Summer House. Em 2010, ele irá aparecer em uma produção de teatro para o produtor David Pugh.

Ele se apresentou na 81º Academy Awards, em 22 de fevereiro de 2009.

Música

Pattinson toca guitarra e piano, e compõe suas próprias músicas. Ele também aparece como o cantor de duas músicas na trilha sonora de Crepúsculo: "Never Think", que ele co-escreveu com Sam Bradley, e "Let Me Sign ", que foi escrito por Marcus Foster e Bobby Long. As músicas foram incluídas no filme depois que a diretora Catherine Hardwicke adicionou "Never Think" as gravações de Pattinson sem o seu conhecimento, e ele aceitou colocá-la no filme. A trilha sonora do filme How to Be apresenta três canções originais realizadas por Pattinson e escritas pelo compositor Joe Hastings.

Além da gravação de trilhas sonoras, Pattinson disse: "Eu realmente nunca havia gravado nada - eu só toco em bares e outras coisas", e quando perguntado sobre a carreira profissional da música, ele disse, "a música é minha segunda opção caso a vida como ator não dê certo".[2] Em 2008, ele tocou em uma banda chamada "Bad Girls". "A banda pertence ao atual namorado da minha primeira namorada e ele estava tendo um microfone aberto à noite. Ele me convidou para cantar, mas era apenas um pouco de diversão - que foi de cerca de seis meses atrás. Eu não sei onde isso vai".